Exposição, ocultamento e movimento como linguagem

São Paulo, Brasil

2025

Imagens: acervo erriá

estante
almirante

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2025

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Pensada como um sistema vivo, a Estante Almirante articula função, composição e narrativa visual a partir de uma estrutura flexível, capaz de se adaptar ao uso cotidiano. Organizada em um grid ortogonal preciso, ela permite diferentes configurações de abertura e fechamento por meio de elementos móveis, oferecendo ao usuário a possibilidade de definir, ao longo do tempo, como o espaço se apresenta e se transforma. Atua como elemento organizador da sala, mediando a relação entre objetos, obras de arte e o espaço habitado.




A estante não impõe uma imagem final. Ela oferece uma estrutura precisa para que o espaço possa ser constantemente reeditado. O gesto de pivotar um painel, deslocar um objeto ou recompor uma sequência torna-se parte do uso, incorporando o movimento à experiência cotidiana da casa.

Pensada como um sistema vivo, a Estante Almirante articula função, composição e narrativa visual a partir de uma estrutura flexível, capaz de se adaptar ao uso cotidiano. Organizada em um grid ortogonal preciso, ela permite diferentes configurações de abertura e fechamento por meio de elementos móveis, oferecendo ao usuário a possibilidade de definir, ao longo do tempo, como o espaço se apresenta e se transforma. Atua como elemento organizador da sala, mediando a relação entre objetos, obras de arte e o espaço habitado.


A estante não impõe uma imagem final. Ela oferece uma estrutura precisa para que o espaço possa ser constantemente reeditado. O gesto de pivotar um painel, deslocar um objeto ou recompor uma sequência torna-se parte do uso, incorporando o movimento à experiência cotidiana da casa.





Sua estrutura fixa abriga painéis pivotantes (portas presas por um eixo vertical) que permitem alternar, de forma parcial e controlada, o que fica exposto e o que permanece resguardado. A decisão não é binária nem definitiva: cabe ao usuário escolher, no cotidiano, quais trechos da estante se abrem ou se fecham, criando composições mutáveis. Livros, objetos e obras passam a formar cenas que se ajustam ao tempo, ao uso e ao olhar de quem habita.





Esses painéis se integram ao sistema modular da estante, ocupando nichos de proporções equivalentes e respeitando o mesmo grid ortogonal que estrutura toda a peça. Essa lógica permite adaptações conforme o layout e as necessidades de cada ambiente, mantendo coerência formal mesmo quando a composição é reorganizada. O resultado é uma composição contínua, onde mobiliário e arte compartilham escala, ritmo e linguagem, dissolvendo hierarquias entre suporte e conteúdo.






Entre mostrar e guardar, entre fixo e móvel, a estante da Residência Almirante sustenta um equilíbrio delicado: organiza sem engessar, compõe sem encerrar.








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Exposição, ocultamento e movimento como linguagem

São Paulo, Brasil. 2020

Colaboradores: Roberta Alecrim

Fotos: Miti Sameshima e acervo pessoal

Sua estrutura fixa abriga painéis pivotantes (portas presas por um eixo vertical) que permitem alternar, de forma parcial e controlada, o que fica exposto e o que permanece resguardado. A decisão não é binária nem definitiva: cabe ao usuário escolher, no cotidiano, quais trechos da estante se abrem ou se fecham, criando composições mutáveis. Livros, objetos e obras passam a formar cenas que se ajustam ao tempo, ao uso e ao olhar de quem habita.

Esses painéis se integram ao sistema modular da estante, ocupando nichos de proporções equivalentes e respeitando o mesmo grid ortogonal que estrutura toda a peça. Essa lógica permite adaptações conforme o layout e as necessidades de cada ambiente, mantendo coerência formal mesmo quando a composição é reorganizada. O resultado é uma composição contínua, onde mobiliário e arte compartilham escala, ritmo e linguagem, dissolvendo hierarquias entre suporte e conteúdo.

Entre mostrar e guardar, entre fixo e móvel, a estante da Residência Almirante sustenta um equilíbrio delicado: organiza sem engessar, compõe sem encerrar.