Exposição,
ocultamento
e movimento como
linguagem

Exposição,
ocultamento
e movimento como
linguagem

RESIDÊNCIA
NOVA YORK

São Paulo, 2024

130m2 (finalizado)

Colaboradores: Roberta Alecrim

Construtora: MSD Construção

Fotos: Miti Sameshima

São Paulo, 2024

130m2 (finalizado)

Colaboradores: Roberta Alecrim

Construtora: MSD Construção

Fotos: Miti Sameshima

Entre tons e texturas, uma nova leitura do essencial.

O projeto de decoração teve como ponto de partida a estética já determinada na entrega do apartamento: piso de madeira, textura cimentícia e paredes de tijolo cerâmico definem a base neutra e sóbria dos ambientes.

A proposta consistiu em compor sobre essa base uma nova leitura, equilibrando tons frios e quentes na escolha dos tecidos, mobiliários e elementos de marcenaria desenhados sob medida.


O layout foi pensado de acordo com a rotina do cliente, que valoriza momentos de receber, além de integrar o interior à vista externa proporcionada pelo imóvel.

cadeira
aiciú

Milano, Italia.
2025
Colaboradores: Roberta Alecrim, Gaia Bertoletti,
Shruti Jani, Nidhi Sharma

Milano, Italia.
2025
Colaboradores: Roberta Alecrim, Gaia Bertoletti,
Shruti Jani, Nidhi Sharma

A Cadeira Aiciú nasce da observação de gestos cotidianos quase imperceptíveis. O momento de sentar vem acompanhado de objetos, de pequenas coisas que carregamos conosco e que, por instantes, precisam encontrar um lugar.

A peça se organiza a partir dessa situação.

A Cadeira Aiciú nasce da observação de gestos cotidianos quase imperceptíveis. O momento de sentar vem acompanhado de objetos, de pequenas coisas que carregamos conosco e que, por instantes, precisam encontrar um lugar.

A peça se organiza a partir dessa situação.



A Cadeira Aiciú incorpora uma superfície de apoio que acolhe
e mantém próximos esses elementos, integrando uso e gesto em uma única estrutura. O corpo se acomoda, e junto dele, o que faz parte do seu entorno imediato.

A Cadeira Aiciú incorpora uma superfície de apoio que acolhe
e mantém próximos esses elementos, integrando uso e gesto em uma única estrutura. O corpo se acomoda, e junto dele, o que faz parte do seu entorno imediato.

Pensada para espaços reduzidos, a Aiciú propõe uma presença compacta e adaptável. Sua estrutura em aço sustenta diferentes configurações de uso, permitindo que a cadeira transite entre ambientes internos e externos.

Pensada para espaços reduzidos, a Aiciú propõe uma presença compacta e adaptável. Sua estrutura em aço sustenta diferentes configurações de uso, permitindo que a cadeira transite entre ambientes internos e externos.

As variações de material, couro espumado para interiores e chapa de alumínio para exteriores, mantém a coerência do desenho enquanto ajustam a peça às condições de cada contexto.

As variações de material, couro espumado para interiores e chapa de alumínio para exteriores, mantém a coerência do desenho enquanto ajustam a peça às condições de cada contexto.

O desenho é direto, sem excessos. Linhas contínuas definem a forma com precisão, enquanto a geometria organiza as relações entre apoio, assento e superfície.

Há uma clareza construtiva que busca permanência.

Seu nome carrega a mesma lógica que orienta o projeto.

Aiciú deriva das letras “I C U”, formas que estruturam o desenho e que, em inglês, significam “I see you”.

A expressão introduz uma dimensão sutil de relação: perceber o outro, reconhecer o entorno, estabelecer uma conexão entre corpo, objeto e espaço.

Seu nome carrega a mesma lógica que orienta o projeto.

Aiciú deriva das letras “I C U”, formas que estruturam o desenho e que, em inglês, significam “I see you”.

A expressão introduz uma dimensão sutil de relação: perceber o outro, reconhecer o entorno, estabelecer uma conexão entre corpo, objeto e espaço.

Essa camada simbólica se soma ao uso cotidiano.

A cadeira não apenas responde a uma necessidade funcional, mas também traduz uma forma de estar, atenta ao que se carrega, ao que se apoia, ao que permanece por perto.

A Aiciú se constrói, assim, como um objeto essencial e aberto. Um desenho que se adapta sem perder consistência, e que encontra sua forma completa no momento em que é habitado.

Essa camada simbólica se soma ao uso cotidiano.

A cadeira não apenas responde a uma necessidade funcional, mas também traduz uma forma de estar, atenta ao que se carrega, ao que se apoia, ao que permanece por perto.

A Aiciú se constrói, assim, como um objeto essencial e aberto. Um desenho que se adapta sem perder consistência, e que encontra sua forma completa no momento em que é habitado.

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